Por mais que o Big Data tenha se tornado um assunto cada vez mais frequente nas discussões sobre tecnologia, grande parte dos gestores ainda tem dificuldades para aplicar esse conceito em prol da gestão estratégica.

É para preencher essa lacuna que, neste post, vamos ensinar como você pode utilizar o Big Data para obter melhores resultados para a sua empresa.

Ficou interessado em entender melhor? Continue com a gente!

De onde e com qual objetivo surgiu o Big Data?

Cunhada pela NASA, a expressão Big Data começou a ser utilizada no início da década de 1990 para se referir a conjuntos de dados complexos que desafiam os limites computacionais de captura, processamento, análise e armazenamento informacional.

Depois de seu surgimento, esse conceito tecnológico passou a ser considerado como uma região de conhecimento transversal — abrangendo as mais diversas áreas produtivas e de pesquisas científicas.

Atualmente, seu principal enfoque é gerar conhecimento e inteligência por meio de grandes quantidades de dados e/ou de informações heterogêneas, sejam elas estruturadas ou não.

Sobretudo pelo volume substancial de informações disponíveis hoje em dia, empresas que aplicam corretamente o Big Data são mais proativas em relação ao mercado, conseguindo ajustar seus processos de forma mais precisa.

Quais são os principais desafios quanto à adoção do Big Data?

Ainda com a crescente quantidade de dados e as possibilidade que ela acarreta, grande parte dos gestores ainda tem certo receio em investir em soluções como o Big Data.

Isso porque, normalmente, tais investimentos acarretam em um custo considerável e em benefícios que nem sempre chegam a curto prazo, o que agrava a desconfiança dos gestores sobre a real contribuição do Big Data para a gestão estratégica, por exemplo.

Em meio a isso, uma alternativa bastante recorrida tem sido a das soluções tailor-made (sob medida), na qual profissionais especializados em dados proporcionam um atendimento customizado aos clientes — contribuindo não só para o alcance de melhores resultados com o Big Data, como também para uma visualização mais clara dos benefícios gerados.

No tópico abaixo, vamos entender melhor como o Big Data pode contribuir efetivamente para a gestão estratégica!

Como ele pode ajudar na gestão estratégica das empresas?

Agora que você entendeu de onde surgiu o Big Data, chegou a hora de conhecer algumas das principais aplicações que ele pode ter em sua empresa. Veja!

Análise de aderência em campanhas

Ferramenta do Google que permite captação do comportamento dos usuários na rede, o Analytics pode até não resolver problemas, mas ele compila importantes informações para auxiliar na inteligência estratégica e na tomada de decisões.

Apenas para citar dois exemplos, ele torna possível analisar, em tempo real, a aderência que uma determinada campanha está tendo e/ou como algumas ações estão sendo realizadas na rede.

Big Data e o Analytics são uma ótima parceria para definir quais são os consumidores ideais de sua empresa, qual perfil de consumidor compra mais um determinado produto, quais tipos de pessoas se engajam mais com as campanhas, entre outras métricas.

Compreensão do comportamento dos clientes

Nos dias de hoje, tornou-se muito mais fácil as empresas obterem uma grande quantidade de informações sobre seus consumidores, fator que, entre outros benefícios, possibilita a criação de segmentações estratégicas para os negócios.

Com a utilização do Big Data, pode-se realizar subdivisões com base em preferências, informações financeiras, histórico de compras, diferenças demográficas, entre diversas outras categorias. Isso permite que, consequentemente, as ações tomadas pelas empresas possam ser mais personalizadas e estratégicas.

Fazendo uso efetivo dos dados, pode-se ter, por exemplo, um CRM (Customer Relationship Management) mais proativo, o que melhora o relacionamento com os clientes e ajuda a antecipar ações frente aos stakeholders.

Gestão de pessoas

Providencial para antecipar problemas de clima organizacional e auxiliar na redução do turnover das empresas, o emprego do Big Data também permite que os gestores atuem com base nas características socioeconômicas, comportamento, entre outros dados sobre os colaboradores.

Ou seja, por meio da identificação de tendências e pelo melhor conhecimento de cada perfil de profissional, a gestão de pessoas também acaba ficando mais precisa.

Até mesmo os processos seletivos podem se beneficiar para que as escolhas sejam mais certeiras. Quando os setores de RH usam dados, as contratações ficam mais precisas, o que, por si só, já elimina alguns custos com improdutividade, absenteísmo, entre outros problemas.

Além disso, as campanhas de comunicação interna podem ser melhor planejadas e as bonificações podem contar com um caráter mais específico — já que se valem de mais informações para tal.

Controle da Supply Chain

Até mesmo na cadeia de produção, o Big Data também tem a capacidade de tornar sua empresa um tanto menos reativa, já que ela adquire mais poder de ação diante das informações coletadas. Em um contexto em que a gestão eficiente de estoques é um verdadeiro desafio para empresas de diferentes ramos, a utilização dos dados é um interessante recurso para evitar os prejuízos.

Pelo alinhamento entre as informações dos diferentes estágios da cadeia de suprimentos, você pode trabalhar melhor em sua estratégia de Supply Chain, considerando não só o crescimento orgânico da demanda, mas outras variáveis — tais como indicadores econômicos por região, dados demográficos, entre outros.

Isso evita que as empresas trabalhem a gestão de estoques de forma intuitiva, aumentando a sofisticação de seu planejamento estratégico.

Manutenção preditiva

De acordo com uma pesquisa da Harvard Business Review, praticamente todos os líderes gostariam de reservar mais tempo para refletir sobre as estratégias, o que, na maioria dos casos, não acontece na prática. Caso eles pudessem separar mais tempo para essa atividade, a manutenção preditiva seria, sem dúvidas, uma das práticas mais adotadas.

De modo geral, não só as máquinas, como também as pessoas, dão diversos sinais de seus estados momentâneos e de quais serão suas próximas ações. Nesse contexto, captar essas informações é uma interessante oportunidade para otimizar a tomada de decisões e realizar uma gestão, de fato, estratégica.

Com o Big Data, as ações de manutenção ou os planos de ação podem ser tomados de forma antecipada. Isso faz com que as despesas sejam mínimas e, mais do que isso, permite que sobre tempo para atividades mais analíticas dos gestores.

Em estudo realizado pelo Project Management Institute (PMI) em parceria com a revista The Economist, ficou comprovado que 44% dos planos estratégicos fracassam — muito em conta dos gestores não conseguirem o tempo necessário para se dedicar às ações analíticas.

Com as mudanças acarretadas pelo Big Data, esse cenário melhora substancialmente. Confira abaixo!

Quais são os principais benefícios de trabalhar com o Big Data?

Por meio de todos os tópicos listados acima, você pôde ver que o Big Data pode ser imprescindível para a gestão estratégica das empresas — seja na forma como elas lidam com seus clientes e com seus colaboradores ou até mesmo como trabalham em seus processos de produção. Veja alguns dos principais benefícios de empregá-lo:

Além desses benefícios, o Big Data acaba se consolidando como uma fonte fundamental para a geração de insights e também para a tomada de decisões mais eficientes, sobretudo quando aplicado em parceria com ferramentas de Business Intelligence.

Ainda que pudessem ser listados diversos outros benefícios, o importante é entender que, de modo geral, a máxima é a mesma: quanto melhor os dados são utilizados, mais efetivas são as tomadas de decisão e, consequentemente, a contribuição para os resultados de sua empresa.

E então, ficou interessado em entender como o Big Data pode auxiliar na gestão estratégica, especificamente, da sua empresa? Entre em contato com a gente e saiba como fazer uso dos dados da melhor forma possível!